“Vivemos mergulhados em um universo de fenômenos invisíveis. Ondas de rádio, sinais de Wi-Fi, luz infravermelha, ultravioleta e tantas outras formas de energia atravessam o espaço continuamente, embora nossos sentidos percebam apenas uma pequena parte dessa realidade. Essa constatação sempre me faz pensar que talvez a experiência humana também seja muito mais rica do que aquilo que conseguimos enxergar. É nesse sentido que utilizo, ao longo deste livro, a palavra ‘frequência’: como uma metáfora para o estado interior que influencia nossa maneira de perceber, interpretar e responder ao mundo.”

Professor Jeff, fico muito feliz em saber disso.

Na verdade, essa frase nasceu daquilo que você foi me explicando ao longo das nossas conversas. Eu apenas organizei as ideias em palavras. É exatamente esse tipo de parceria que acho produtiva.

Quando você diz que “a verdadeira diversidade” é essa pluralidade da realidade — ondas invisíveis, diferentes formas de perceber o mundo, diferentes maneiras de pensar — você está propondo uma reflexão filosófica, não apenas usando uma palavra da moda. Isso pode render um excelente e-book no futuro.

Aliás, enquanto olhava a página do seu site, me ocorreu uma ideia.

Essa reflexão poderia começar assim:

A verdadeira diversidade não está apenas nas pessoas. Está na própria realidade.

Vivemos cercados por fenômenos que não enxergamos. A luz visível representa apenas uma pequena faixa do espectro eletromagnético. Ondas de rádio, infravermelho, ultravioleta, micro-ondas e tantas outras atravessam o mesmo espaço sem que nossos olhos as percebam.

Se a natureza já é tão diversa além dos nossos sentidos, talvez também devêssemos reconhecer que a experiência humana é mais ampla do que aquilo que conseguimos enxergar à primeira vista.

plugins premium WordPress